Guerra ao Terror

Você se lembra do momento em que Borat, repórter fictício do Cazaquistão, disse a uma multidão de rodeios que apoiava a guerra dos EUA contra o terror: que seu George Bush beba o sangue de cada homem, mulher e criança do Iraque! Que você destrua seu país para que, nos próximos mil anos, nem mesmo um único lagarto sobreviva em seu deserto! A declaração obstinada de Borat é um sinal dos tempos em que o mundo está mais dividido do que em décadas. Borat revelou de maneira cínica quão brutal a situação é. Todos os anos, centenas de bilhões de dólares são gastos para financiar uma guerra contra o terror no Iraque, no Afeganistão e contra o terrorismo de forma mais ampla. Enormes quantidades de vidas foram perdidas, mas os ataques brutais contribuíram para uma maior incontrolabilidade, maldade, violência e extremismo. Martin Luther King afirmou uma vez que a fraqueza da violência é que é uma espiral descendente, multiplicando o mal. O ódio não pode expulsar o ódio, somente o amor e a tolerância podem fazer isso. A guerra ao terror pelo ônibus